Foto da pesquisadora Talita França, uma mulher parda de cabelos curtos escuros, vestindo blusa branca e calça jeans azul, fala ao microfone, em pé, por trás de um birô. Atrás dela, uma projeção de texto numa tela branca. apresentando sua pesquisa

EP 2: O podcast como ferramenta de acessibilidade

No novo episódio da 2ª temporada do Podiversas, a mestranda Talita França fala sobre a importância de conteúdos digitais acessíveis a todas as pessoas e sobre o papel da comunicação assertiva no processo de inclusão.

Ouça o episódio abaixo pelo Spotify ou em uma das plataformas a seguir: Deezer, Amazon Music ou YouTube Music.

Leia abaixo a transcrição do episódio:

MARCOS:

Olá, Você está no Podiversas e essa é a nossa segunda temporada. Nosso podcast é um espaço de troca e diálogo onde a ciência e o conhecimento estão a favor da sociedade. Nesta temporada, damos voz aos pesquisadores do projeto Somos Diversas e seus trabalhos apresentados no primeiro simpósio de acessibilidade e comunicação Somos Diversas, que aconteceu na Universidade Federal da Paraíba em João Pessoa. Em cada episódio, você vai conhecer estudos, ter acesso a dados, vivências e iniciativas que buscam transformar realidades e diminuir barreiras físicas, comunicação, atitudinais e institucionais que impactam pessoas com deficiência.

MARCOS:

No episódio de hoje conheceremos o trabalho da Mestranda no programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Federal da Paraíba Talita França e seu trabalho intitulado Inclusão Invisível, o Podcast como Ferramenta de Acessibilidade. Se prepare! O conhecimento inclusivo começa agora!

TALITA:

A minha pesquisa que eu estou trazendo aqui, é o que eu estou também aplicando no mestrado, e aí aqui eu trago o título Inclusão Invisível, o podcast como ferramenta de acessibilidade. E aí esse podcast é o que já foi citado aqui, que é o Podiversas, mas ele vai aparecer um pouco mais à frente. A pergunta que move esse trabalho é de que maneira o podcast pode se configurar como ferramenta de acessibilidade, enfrentamento de barreiras atitudinais e comunicacionais, considerando pessoas com deficiência visual. E aí a gente traz essa pesquisa com uma ideia de resgatar a parte mais narrativa do áudio, usando também a questão de paisagem sonora e desenho de som, que também vão chegar um pouco mais à frente. Mas trazendo os objetivos deste trabalho, o objetivo geral é desenvolver uma estrutura de podcast que contribua para a disseminação de informações sobre a temática da deficiência. 

Os objetivos específicos são: identificar as principais lacunas no meio social relacionados à temática da deficiência, estruturar estratégias comunicacionais em podcast para tornar acessíveis as informações sobre essa temática pouco conhecida na sociedade, identificar personagens na sociedade que possam comunicar essas temáticas de forma clara e acessível, pensar a estrutura do podcast de maneira interessante e dinâmica, tanto para o público geral, tanto para as pessoas com deficiência visual, e estruturar formas acessíveis de divulgar o produto, porque não adianta só a gente fazer esse produto e guardar para a gente, a gente precisa lançar ele para o mundo. 

Trouxe aqui alguns pontos de justificativa. O primeiro, quer desenvolver essas práticas comunicacionais para que, além da gente trazer uma informação sobre o que é tal coisa, ou trazer as pessoas para falar sobre o que é tal coisa,  no caso, trago alguém para falar sobre o que é deficiência, o que é inclusão, o que é acessibilidade, eu preciso que esse trabalho que eu estou fazendo também seja inclusivo, porque não adianta pagar uma pessoa aí: Fala aqui para mim, o que você acha que é deficiência, a pessoa vai falar e aí embora o áudio já seja algo acessível, como Flávia falou aqui mais cedo, a questão do rádio, de estar com as pessoas por mais tempo apesar de ser feita para as pessoas que são videntes, a maioria das vezes, eles não são inclusivos como a gente acha que é. E aí esse é um dos pontos que Regiane, que também está na minha banca do mestrado trouxe, perguntando: qual é o diferencial do seu trabalho, se o áudio em si já é um produto acessível, o produto em áudio. E aí o diferencial que a gente vai trazer aqui é justamente essa construção da narrativa através de paisagem sonora para constituir esse material. 

E aí esse formato que a gente escolheu é inicialmente para mim e até agora também pode se considerar que sim, ele foi inspirado no meu TCC em 2022 que eu criei um podcast cultural sobre a cidade que eu moro, que é aqui na região metropolitana em Bahia. Não sei se alguém conhece, mas é onde está o aeroporto, é assim que ela é conhecida, mas eu criei um podcast cultural sobre a cidade de uma maneira que eu pudesse contar uma história em áudio criando esse espécie de sentido imaginativo nas pessoas à medida que a história era contada, então fazer com que as pessoas pudessem imaginar essa história que eu estava contando. E aí eu resolvi trazer isso também para cá, inicialmente não era sobre o Podiversas, era sobre outra temática, mas como eu estou muito inserida nesse meio desse podcast do Podiversas, a gente decidiu que ele seria meu novo objeto. E aí a gente também traz esse podcast como objeto central de potência democrática, que ele também tem essa capacidade de criar vínculos afetivos assim como o próprio rádio. E além do mais, por ser áudio, além da gente conseguir colocar na internet, a gente também consegue ouvir ele sem internet, além de que nos agregadores atuais a gente consegue escutar sem estar com uma conta, por exemplo, no Spotify, vamos citar assim, se eu coloco meu produto no Spotify, mesmo que você não tenha uma conta, você consegue ouvir se eu conseguir te mandar o link. E a gente também traz esse podcast como uma ferramenta de transformação social para contribuir para essa questão do capacitismo e para a construção de uma sociedade mais equitativa. 

A gente traz essa questão de enfrentamento, porque um dos pontos também que eu trago na minha pesquisa é o grupo FACAL da Regiane, onde ela, em determinado momento, pergunta para os alunos quais são as dificuldades que eles enfrentam para essas pessoas, que elas enfrentam no espaço da universidade pública. E aí o podcast também traz essa questão, a minha pesquisa no caso, também traz essa questão de pensar como que a gente pode enfrentar essas barreiras trazidas pelas pessoas, essas barreiras atitudinais, no caso. E aí, antes de falar do podcast, a gente tem o nosso projeto Somos Diversas, que eu acho que eu nem preciso falar muito porque todo mundo já explicou bastante sobre ele. E aí dentro dele a gente tem o podcast dedicado à divulgação de pesquisas temáticas relacionadas ao campo da deficiência. E aí para ele a gente busca uma linguagem acessível, porque não adianta falar tipo beleza, estou falando sobre acessibilidade, inclusão e deficiência. Mas eu chego com palavras super difíceis, chego com uma linguagem que a pessoa vai dizer assim nossa, mas para que você fez esse produto se eu não estou entendendo absolutamente nada? 

Eu parto do pressuposto de que tudo que a gente faz, especialmente aqui na universidade, a gente precisa deixar acessível para todo mundo. Na minha graduação eu participei muito de projetos de extensão. Então eu sempre tive muito claro de que tudo que a gente faz na universidade a gente precisa devolver para o mundo. E para a gente devolver isso para o mundo precisa estar de uma forma que todo mundo entenda. Então esse também é um dos pontos que a gente quer colocar aqui no podcast. 

Outra coisa seria a questão da paisagem sonora e o desenho universal. Como eu tinha comentado no início da apresentação, eu gosto muito dessa questão de contar histórias e contar histórias através do áudio e com esse auxílio de elementos e efeitos que possam fazer com que essa narrativa possa ser construída de forma individual para cada pessoa é algo que me encanta muito. Porque eu posso aqui comentar uma história, por exemplo, sobre como está essa sala para colocando elementos que compõem a minha fala. Mas eu vou interpretar, criar essa imagem na minha cabeça de uma forma diferente que Samu, por exemplo, vai interpretar. Então eu acho que isso é muito massa também. Você dá às pessoas a possibilidade delas poderem criar essa imagem na cabeça delas. Mesmo que elas nunca tenham visto.  E aí na minha pesquisa eu trago alguns conceitos de deficiência visual, trago também alguns pontos da OMS, do status da pessoa com deficiência. Falo sobre essa questão de desinformação e capacitismo, porque muitas vezes as pessoas são capacitistas porque elas não sabem muito sobre o tema e aí esse podcast também vem com essa vertente de ao mesmo tempo que eu estou trazendo a informação, mas eu também quero te ensinar. E nas entrevistas que a gente fez com as pessoas pensando na montagem da estrutura do podcast, a maioria delas falava ‘nossa’’, é porque a pessoa não sabe e muitas vezes é capacitista, mas eu estou disposto a ajudar e mesmo se eu estou disposto a ajudar e a pessoa se nega, por exemplo, não quer entender, aí sim a pessoa tem a informação mas não quer, mas na maioria das vezes o capacitismo vem por conta da desinformação. 

Eu também trago essa questão da acessibilidade pensando qual é o papel da comunicação nela. Porque também como foi falado aqui mais cedo, a gente pensa muito comunicação e acessibilidade como coisas diferentes e não como uma coisa só, porque, de volta aquilo que não adianta eu tentar comunicar algo, se o que eu estou tentando comunicar não chega a todas as pessoas e não se torna compreensível para todas as pessoas. E aí a gente também traz podcast e desenho universal pensando o desenho universal nessa questão do produto ser feito para todos. Apesar de eu falar no começo a questão desse foco de pessoas com deficiência visual, a ideia é que o produto seja para todas as pessoas e aí você me pergunta nossa, Talita, mas como que esse produto vai ser para todas as pessoas se você está me falando de deficiência visual? E primeiro que vai ser só em áudio. É aí que a gente traz outra coisa, que vai chegar no final mas eu vou falar agora o spoiler: que é desse produto que a gente está pensando para todos apesar de pensar nas pessoas com deficiência visual, a gente também quer trazer outros tipos de inclusão, que no caso seria como foi falado ontem ou hoje, mas traz também a questão do intérprete de Libras e também a legenda para que a gente consiga fazer com que esse podcast chegue a mais pessoas, vou falar um pouco mais sobre isso lá na frente. 

Para a metodologia desse trabalho, a gente fez esse processo de pensar a estruturação da terceira temporada do Podiversas e aí a gente considera esse modelo pós-social junto com o desenho universal. A gente tem alguns pontos aqui que eu vou falar eles todos juntos, porque esse podcast, apesar de eu estar trazendo ele como minha pesquisa, ele é um projeto que foi construído por várias mãos, afinal de contas com a comunicação a gente não faz sozinho, são várias pessoas que estão englobadas nessa questão. E aí o núcleo do podcast atual aqui em João Pessoas se reuniu e a gente decidiu entender como que seria essa nossa proposta. 

Inicialmente a gente tinha pensado em trazer os tipos de deficiência e aí a gente decidiu fazer as entrevistas online, escolhemos os personagens através de um formulário onde a gente colocou no grupo geral do projeto para as pessoas indicarem personagens, separamos todas as questões temáticas que a gente queria abordar nos 10 episódios. E aí a gente já estava pensando na questão da construção do roteiro, de como seria a edição dos episódios e tudo mais. A gente escreveu quatro roteiros, até que também, eu acho importante trazer isso, no dia da minha qualificação, Regiane falou:. E se você pensasse nesses episódios não moldando a fala que os personagens trouxeram para se encaixar, mas você tentar construir com o que os personagens trouxeram, mas sem adequar nas perguntas que você já tinha feito. E aí, por incrível que pareça, isso não tinha passado na minha cabeça. E foi como um boom. Eu estou tentando fazer um trabalho, inclusive, mas ainda estou naquela de tentar moldar o que as pessoas falaram para que se encaixe no que eu quero que elas falem. E as entrevistas foram muito mais do que isso, sabe? Tiveram falas que, obviamente, a gente não perguntou, outras que não estavam mapeadas de que a gente perguntou, mas que dão margem para a gente contar uma história de um jeito diferente, muito mais diferente e narrativo do que eu tinha pensado antes. 

E aí minha qualificação foi recente, foi agora no fim de abril, então a gente ainda está estruturando direitinho como vai ser esse novo processo, mas todas as considerações que as pessoas da banca trouxeram foram muito importantes também para a gente ver essa outra perspectiva. Porque eu não tinha pensado sobre como a fala dos personagens, sem eu pensar no roteiro criado a partir das perguntas, podem migrar por outros caminhos. Dessas entrevistas que a gente fez, na qual estamos mudando a rota delas para a construção dos roteiros, a gente teve cinco entrevistados diferentes, e aí a gente tentou trazer pessoas diversas, mas que têm conhecimento sobre o tema e dá protagonismo a essas pessoas, porque não adianta falar sobre o tema de deficiência, inclusão e acessibilidade e não trazer ninguém que saiba sobre o tema, não trazer uma pessoa que vive isso na pele. 

Então a gente trouxe diversas pessoas diferentes, com diversas deficiências e apenas uma pessoa não tem deficiência, que é a diretora da Funade, eu acho, me corrija se eu estiver errada. A Funade aqui em João Pessoa é o centro que acolhe essas pessoas com deficiência para quem não conhece, aqui no bairro dos estados. E aí ela também trouxe falas muito importantes, e ela estava mais como representante de um órgão público, porque a Funade é do governo do estado. E ela também reconhece que apesar dos avanços que estão acontecendo, ainda tem muitas coisas que precisam melhorar. Então foi muito bacana a gente também trazer ela nessa questão, porque a gente trouxe a visão dos personagens, das pessoas que vivem isso na pele, mas a gente também trouxe essa visão do órgão público, que entende que ainda existem lacunas que precisam ser preenchidas. 

Como toda e qualquer entrevista, a gente precisa ter esse guia de perguntas, e aí foram feitas as mesmas perguntas para todos os entrevistados, com a cessão de que pessoas que trabalhavam em nichos específicos, como por exemplo essa senhora da Funade, tiveram perguntas diferentes. Afinal, deveria ter alguma pergunta ou outra e eu acho que ia mudar a direção de cada uma das entrevistas. Foram entrevistas online, a maioria delas durou entre 1 hora, 1 hora e 10, a maioria durou, não, a única, eu acho que só teve uma que durou 2 horas, e a menor durou 40 minutos. Mas foi essa base entre 40, 1 hora e 10, mais ou menos. Por serem entrevistas online, a gente enfrentou algumas dificuldades, como por exemplo, barulhos externos, tem várias partes de vários áudios, que é cachorro latino, gente conversando no trabalho, porque as pessoas estavam no trabalho, ou então alguma interferência de internet, e tudo bem, acontece online, mas a gente enfrentou essas dificuldades. 

A gente também percebeu alguns pontos de alerta, principalmente um dos entrevistados, que ele fala, por exemplo, que ele não gosta do termo PCD, que a gente usa assim, Ah, a PCD é a pessoa com deficiência, mas ele comenta em um dos áudios que ele acha que esse termo PCD é muito pejorativo, porque ele prefere que fale Pessoa com deficiência, do que você usar a sigla PCD. 

E aí, agora, nesse novo roteiro que está sendo construído, ao invés de as perguntas guiarem, como eu estava fazendo antes, o que eu estou tentando fazer agora, é ouvir o áudio, é porque, desculpa, se eu vou parecer muito, porque eu estou insistindo muito nisso, mas porque essa questão narrativa para mim é muito de pensar como seria o som que eu vou colocar para interpretar, para as pessoas interpretarem o que eu estou querendo dizer. E aí, esse processo, para mim, é um pouco demorado, porque eu preciso escutar entrevista, embora tenha feito transcrição. Eu sou uma pessoa muito de ouvir, eu acho que rende mais o ouvir quando você precisa colocar, construir uma paisagem sonora. Então, eu tenho muito hábito de colocar o áudio, fechar o olho e imaginar como eu quero construir essa narrativa. Então, é um processo que está sendo um pouco longo, um pouco demorado, demorado até mais do que eu imaginei que fosse, porque no começo até inclusive, tipo, falei com Flávia, Nossa, duas semanas eu tenho 10 roteiros escritos, coitada, né? Passou uma semana para escrever um, porque foi muito mais complexo do que eu imaginava. Eu escutei das pessoas muito mais coisas do que eu imaginei que escutaria, né, coisas muito sinceras e íntimas do dia-a-dia da pessoa, que ela confiou na gente para poder falar isso para a gente. Então, eu acho que é importante a gente conseguir colocar isso no material também. 

A gente está nesse processo de reescrever esses roteiros através da perspectiva do entrevistado e não mais reescrever os roteiros focados nas perguntas que a gente tinha. A gente também vai precisar gravar esses episódios, depois que os roteiros estiverem prontos, e aí esse plus do roteiro pronto é que não basta só eu escrever e a gente aqui do núcleo de uma pessoa avaliar. A gente também vai mandar para os professores do projeto e para as outras pessoas que também estão inseridas, lerem esse roteiro e ver se faz sentido, né? Porque o que pode fazer sentido para mim e ver se está coerente com a temática? Talvez, por exemplo, Regiane ou Tamir, falem, olha, eu acho que seria muito legal colocar isso aqui, colocar tal fala para que o produto se torne mais rico e mais interessante, porque a minha é só uma perspectiva, né? Então, ter a opinião de várias pessoas do projeto que estão inseridas nessas pesquisas e nessas temáticas também vai ser muito massa. 

A gente também tem pensado em como aprimorar esses elementos de desenho universal, pensar essa questão de divulgar os materiais de forma acessível nas redes sociais, porque a gente tem um perfil no Instagram do projeto Somos Diversas. Então, tudo o que a gente está fazendo no podcast, a gente também está publicando lá. Então, a gente também precisa pensar em uma estratégia legal de fazer essa divulgação, muito mais do que só colocar um card excessivo e colocar a agenda, né? Texto alternativo explicando, mas pensar num jeito legal de fazer essa divulgação e também pegar a atenção das pessoas, né? Fazer com que elas tenham interesse nesse assunto, porque também é aquilo, né? Não adianta eu produzir e ninguém ouvir. As pessoas precisam ouvir para que o que a gente quer seja efetivo. Também depois de pronto, a gente quer muito receber o feedback dos personagens sobre a acessibilidade do podcast e sobre o geral, na verdade, porque também não adianta. Eu pego esse produto, falar que estou querendo que ele seja um produto acessível para pessoas com deficiência, e aí eu não vou atrás do feedback da pessoa com deficiência, por exemplo, pessoa com deficiência visual, que é meu público-alvo. Como que eu vou saber o que funcionou e o que não funcionou e o que que eu posso melhorar para os próximos podcasts? E aí, por fim, é publicar essa questão dos canais de podcasts, que aí volta o que eu tinha falado antes, que é quando a gente quer inserir essa tradução em Libras e também colocar a legenda, para que abranja muito mais pessoas.

MARCOS:

Conhecemos um pouco do trabalho apresentado pela pesquisadora Talita França em nosso primeiro simpósio. Lembramos a você que esta temporada é composta por 7 episódios.

Esperamos que tenham gostado e que possam compartilhar com outras pessoas.

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Este episódio contou com a edição e locução de Marcos Paki e Roteiro de Talita França.

Gosto sempre de lembrá-los que a inclusão é uma construção coletiva. A universidade produz pesquisas para auxiliar nessa jornada, mas as mudanças dependem da conscientização e da ação de todos. Continue com a gente nessa caminhada por uma sociedade mais acessível, diversa e plural. Até o próximo episódio.

MARCOS:

O POD Versas é uma iniciativa do Observatório da Linguagem e Inclusão que integra o projeto de pesquisa Somos diversas financiado com recursos provenientes da CAPS, coordenação de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior.