Descrição da marca do Somos Diversas

Apresentação

O projeto “Somos Diversas – Processos comunicacionais e estratégicos sobre a deficiência em universidades brasileiras” investiga como a deficiência e a acessibilidade são percebidas nas universidades brasileiras.

Envolvendo seis instituições de ensino superior de quatro regiões brasileiras, e dois grupos de pesquisa, busca desenvolver ações de mobilização e engajamento, promover a acessibilidade comunicacional e formar comunidades universitárias mais inclusivas, pois temos como premissa que a inclusão depende da ação de todos.

Focamos em pesquisar e desenvolver ações que subsidiem políticas de acesso, permanência e sucesso acadêmico das pessoas com deficiência. Isso inclui pensar a comunicação pública como motor para a mobilização e formação contínua de profissionais para lidar com pessoas com deficiência que sejam parte da comunidade universitária.

Este projeto foi aprovado no âmbito do Edital Capes nº 17/2023 – PDPG – Políticas Afirmativas e Diversidade e tem duas frentes. A primeira, amplia uma iniciativa piloto realizada na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com o apoio do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão da instituição. O piloto revelou, em relação à comunidade universitária: (1) pouco conhecimento sobre os direitos das pessoas com deficiência e acessibilidade; (2) presença de atitudes capacitistas; e (3) falta de motivação dos professores para adaptar atividades didáticas de forma acessível.
Com base na iniciativa piloto, partimos de duas hipóteses para este projeto: (1) o desinteresse pela inclusão vem da visão da deficiência comoum problema individual, que deve ser resolvido pela própria pessoa ou pela universidade, alinhada ao modelo biomédico da deficiência; (2) a falta de envolvimento é um problema de comunicação, pois a comunicação atual não cria novos entendimentos sobre a deficiência, coletiviza as questões ou gera responsabilidade e pertencimento.

A partir disso, nosso objetivo no “Somos Diversas” é desenvolver processos que mobilizem as comunidades universitárias em relação à deficiência, focando em quatro eixos: diagnóstico, mobilização, formação e acessibilidade.

Primeiro, buscamos entender como diferentes públicos universitários lidam com a deficiência e a acessibilidade em suas rotinas. Depois, identificaremos elementos que promovam coletivização, vinculação e identificação para desenvolver estratégias comunicacionais de engajamento. Paralelamente, elaboraremos protocolos e guias de acessibilidade para aprimorar o uso de aplicativos, sites e instrumentos didáticos em sala de aula.

A segunda frente, vem das ações do Observatório da Linguagem e Inclusão, inicialmente fundado na UFMG, mas que posteriormente migrou sua base de ação para a UFPB. No âmbito do Somos Diversas, o Observatório expandiu para todas as universidades parceiras, ampliando ainda mais suas ações com divulgações de ações de pesquisa e monitoramento de mídia sobre coberturas e a representatividade de pessoas com deficiência.

No desenvolvimento dessas ações, contamos com a expertise das seguintes universidades: UFPB, UFMG, UFPA, UFMT e UFSJ, visando criar um ambiente universitário mais inclusivo e participativo em todo o Brasil.

 

Equipe

Coordenadoras

Flávia Mayer

Professora Adjunta do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba, em que coordena o projeto de pesquisa Acessibilidade em produções audiovisuais e no cinema: análise e desenvolvimento de protocolos para a audiodescrição, e o projeto de extensão Oficinas de Projetos Audiovisuais: Democratização da Produção. É doutora em Linguística pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2016), com estágio doutoral bolsa CAPES/Fulbright na Case Western Reserve University (2014-2015, EUA), e mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUC Minas (2012). Bacharel em Jornalismo (2008) e em Relações Públicas (2009), ambos pela UFMG, realizou estágio pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUC Minas (2016-2017) e também no Programa de Pós-Graduação em Linguística na UFMG (2017-2018, 2018-2019). Suas pesquisas apresentam ênfase nas áreas de cinema, audiovisual e acessibilidade, produção cinematográfica, audiodescrição e semiótica.

Regiane Lucas de Oliveira Garcêz

Professora Adjunta do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), doutora, mestre e jornalista pela mesma universidade. Integrante do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UFMG. Coordenadora do Aurora – Grupo de Pesquisa em Comunicação, Organizações e Lutas Sociais e do Projeto Somos Diversas. Dedica-se a pesquisas que envolvem, de forma geral, a interface entre mídia, lutas por reconhecimento, representação política, esfera pública, ativismo e movimentos sociais. De maneira mais específica, se interessa pelos processos comunicativos que envolvem a temática das pessoas surdas e com deficiência seja no espaço dos movimentos sociais, das organizações, das redes sociais e das arenas públicas. Possui interesse também em ações e estudos que envolvam a temática da acessibilidade nos meios de comunicação.

Pâmela Guimarães da Silva

Professora Adjunta do Departamento de Comunicação Social da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH/UFMG) e docente permanente no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG). Realizou estágio pós-doutoral no mesmo programa, com bolsa CAPES vinculada ao Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Políticas Afirmativas e Diversidade, entre 2023 e 2025. Doutora (2021) e mestra (2016) em Comunicação Social (PPGCOM/UFMG). Especialista em Marketing e Branding, e em Docência do Ensino Superior e Metodologias Ativas de Aprendizado (2024). Graduada em Publicidade e Propaganda (2012). Foi professora adjunta nos cursos de especialização em Comunicação, Diversidade e Inclusão nas Organizações (2022-2024) e Gestão, Diversidade e Inclusão nas Organizações no IEC da PUC Minas (2023-2024). Também foi professora substituta na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2021-2023). Foi servidora pública estadual efetiva entre 2013 e 2025, atuando no núcleo de mídias digitais da assessoria de comunicação da SEE (2013-2019) e liderando as ações de comunicação da Diretoria de Políticas de Promoção à Cidadania e Educação em Direitos Humanos, da Sedese (2019-2025). Integra o projeto “Diversa: Processos Comunicacionais e Estratégicos sobre Deficiência nas Universidades” e coordena o ReparAÇÃO – Grupo de Pesquisa e Estudos Interseccionais em Comunicação, Poder e Resistência (UFMG).

Pesquisadoras parceiras

Suzana Cunha Lopes​

Doutora em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), realizando estágio no Dipartimento di Lingue, Letterature e Culture Moderne da Università di Bologna, Itália, por meio do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE/CAPES). Mestre em Ciências da Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia (PPGCOM) e graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela UFPA. É professora permanente do Programa de Pós-Graduação Criatividade e Inovação em Metodologias de Ensino Superior (PPGCIMES), do Núcleo de Inovação e Tecnologias Aplicadas a Ensino e Extensão (NITAE), da UFPA. Coordena o Grupo de Pesquisa em Metodologias Criativas e Inventivas (GCRIA) e integra o Grupo de Pesquisa em Ensino, Tecnologias e Competências (GETeC2). Áreas de interesse: teorias e epistemologias da Comunicação, comunicação da ciência, metodologias de pesquisa e de ensino-aprendizagem, políticas de ensino superior, diversidade, inclusão e acessibilidade.

Miriam Hermeto​

Doutora em História (2010), mestre em Educação (2002), licenciada (1997) e bacharel em História (1994), realizou toda a formação superior na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professora Associada do Departamento de História e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em História (linha de pesquisa História e Culturas Políticas) da FAFICH/UFMG. Coordenadora do Laboratório de História do Tempo Presente (LHTP) da FAFICH/UFMG. Tem atuado na fronteira entre duas áreas de pesquisa: a história do Brasil contemporâneo, especialmente ditadura militar e transição democrática, e o ensino da História, com abordagens que transitam entre a história cultural do político, a história pública e a história da memória.

Leylianne Alves Vieira

Jornalista pela Universidade Federal do Ceará (UFC), mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB) e doutora também em Comunicação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professora do curso de Jornalismo na Universidade Federal de Rondônia (Unir), na área de Comunicação Visual.

Tamires Ferreira Coêlho

Docente do Departamento de Comunicação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Vice Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Poder (UFMT). Doutora em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFMG, com bolsa da CAPES e estágio doutoral (sanduíche) no CELSA (Escola de altos Estudos em Ciências da Informação e da Comunicação), Universidade Paris-Sorbonne. Mestre em Ciências da Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Jornalista graduada pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), coordena o Pauta Gênero – Observatório de Comunicação e Desigualdades de Gênero, é líder do Grupo CICLO/UFMT (Grupo de Pesquisa em Comunicação, Política e Cidadania), além de integrante do Grupo de Pesquisa Processos Comunicacionais: epistemologia, midiatização, mediações e recepção – PROCESSOCOM (CNPq/CAPES/UNISINOS) e da Rede Temática de cooperação, comunicação, cidadania, educação e integração da América Latina (Rede AmLat).

lydia g barros

Pesquisadora em nível pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba (PPGCOM/UFPB), atuando como bolsista Capes no projeto “Somos Diversas/PDPG Políticas Afirmativas e Diversidade”. Doutora e mestra em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com estágio de doutoramento na McGill University (Montreal/CA), com especialização em expressões culturais das periferias urbanas. Integra o Núcleo de Pesquisa de Estudos Críticos de Feminismos, Gênero, Consumo e Capitalismo (Fegeccap). Atua como jornalista e pesquisadora com foco em relações raciais e estudos de gênero e acessibilidade.

Estudantes

ademar alves de oliveira júnior

Surdo sinalizante e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Formado em Arquitetura e Urbanismo, é também estudante de Cinema e Audiovisual. Concluiu quatro especializações na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas): Fotografia e Outras Visualidades Contemporâneas; Criação Publicitária e Produção Audiovisual; Escrita Criativa; Culturas Urbanas, Mídia e Memória. Desenvolve pesquisas com foco em acessibilidade, cultura surda, literatura surda e culturas urbanas, com ênfase na memória social e na história oral da comunidade surda em Belo Horizonte.

alcione batista da silva moraes

Atua como Pedagoga no Núcleo Amazônico de Acessibilidade, Inclusão e Tecnologia – ACESSAR/UFRA, Bolsista do Projeto Diversa UFPA/PPGCIMES/NITAE. Doutoranda em Ensino pelo Programa de Pós-Graduação Criatividade e Inovação em Metodologias de Ensino Superior (PPGCIMES- UFPA). Mestre em Ensino pelo PPGCIMES. Especialista em Docência no Ensino Superior e Educação Especial Inclusiva pelo Instituto Superior Franciscano (MA). Graduada em Licenciatura em Pedagogia pela Universidade do Estado do Pará (UEPA). É membro do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Especial (GEPEE-UFPA), e coordenadora adjunta do Projeto de Extensão Inclusão em Debate da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).

alexandre monteiro

Graduando em Comunicação Social, habilitação em jornalismo, na Faculdade de Comunicação (FACOM) da Universidade Federal do Pará (UFPA). Bolsista  PIBIC de Ações Afirmativas em “Processos comunicacionais e estratégicos sobre a deficiência em universidades brasileiras”, com experiência prévia de PIBIC no ensino médio em matemática e artes.

Águida lays vasques da silva

Estudante do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Atua como aluna bolsista do projeto de iniciação científica “Processos comunicacionais e estratégicos sobre a deficiência na Universidade Federal da Paraíba”, sendo orientada pela professora Flávia Mayer. Participa Estou do projeto de extensão “Arte diante da lei: cinema e identidade-eu entre adolescentes privadas de liberdade no sistema socioeducativo da Paraíba”. Atuou como voluntária no projeto de iniciação científica “Direção de fotografia em cenas noturnas: uma análise do trabalho de Flora Dias”, e participou de eventos como o X Colóquio de Cinema e Arte da América Latina e o 1 Simpósio de Acessibilidade e Comunicação, do Somos Diversas. Integra a atlética da faculdade, contribuindo na organização de ações sociais e eventos estudantis.

Isabela da Matta​

Formada em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa, mestranda em Comunicação pela Universidade Federal de Minas Gerais.

raphael castilho bueno silva

É graduado em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). É mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG), na área de concentração “Comunicação e Sociabilidade Contemporânea” e na linha de pesquisa “Processos Comunicativos e Práticas Sociais”. É doutorando no mesmo programa e linha de pesquisa. Suas pesquisas estão concentradas na incidência do cinema nas práticas sociais, como certificação estética e ponte semântica do reconhecimento; nas dimensões éticas e políticas por trás das narrativas e das imagens de sofrimento e vulnerabilidade e nas dizibilidades do HIV e da aids no jornalismo e na ficção audiovisual. Participa do “Aurora: Grupo de Pesquisa em Comunicação, Organizações e Lutas Sociais” (DCS/UFMG). Foi bolsista de extensão do programa “Por Outro Olhar” (DCOMS/UFSJ) e do projeto “O Carnaval de BH: Organização e Resultantes Socioeconômicos”. Atuou como estagiário docente da disciplina de Comunicação e Política (DCS/UFMG) em 2024.

foto_3x4_Laura - Laura Morais

Laura virgínia de morais siqueira

Estudante de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com atuação em produção cinematográfica e composição de trilhas sonoras para obras audiovisuais. Integra grupos de estudos e pesquisas em acessibilidade e comunicação, mais especificamente em Audiodescrição para o cinema.

Marcos Antonio Fernandes Veloso

Natural de João Pessoa, na Paraíba. Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba (PPGC-UFPB), obteve o título de bacharel em Radialismo pela mesma instituição. Desde o ano de 2018, trabalha como técnico de som direto, editor de som e desenhista sonoro para produções audiovisuais, tendo participação em projetos premiados como os curtas-metragens Regresso: ou alguma coisa que criamos sobre nós (2021) e Jacu (2024), como também a minissérie televisiva e longa-metragem O sumiço de Santo Antônio (2022). Atualmente exerce o cargo de operador de áudio na Rádio Tabajara, integrante da Empresa Paraibana De Comunicação.

Apaixonado pelo universo sonoro desde o ensino médio técnico em eletrônica, navegou nas ondas sonoras a partir da construção de equipamentos de som ainda no ensino médio, nascendo ali sua primeira experiência com o som.  Na graduação, conheceu e participou do projeto de iniciação científica “Acessibilidade em produções audiovisuais e no cinema: análise e desenvolvimento de protocolos para a audiodescrição”, no qual aprimorou seus conhecimentos sobre acessibilidade sonora para o público com deficiência visual, pensando assim o som como um elemento mediador da experiência fílmica desse público e refletindo os trabalhos técnicos e estilísticos do responsável pelo som do filme. Na mesma linha, o pesquisador e realizador audiovisual continua a desenvolver no mestrado a pesquisa que vinha desenvolvendo ao longo da graduação, agora, com mais robustez e ampliando os horizontes para o campo da produção audiovisual, ou seja, da pré-produção até a pós-produção fílmica.

João Augusto Faustino​

Entrei na graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, na Universidade Federal de de Minas Gerais(UFMG), em 2021. Desde de 2022 acompanho minha orientadora de TCC em suas múltiplas atuações como pesquisadora, ora na frente dos estudos de política e corpos, ora nos meandros epistêmicos de acessibilidade e inclusão. Ao longo desses pouco mais de 3 anos de graduação e 2 anos como integrante de grupos de pesquisa/ discussões, fui reconfigurando minhas afinidades e aptidões ´para com o campo da comunicação, visto que ingressei no curso alçado na perspectiva do jornalismo televisivo esportivo, e hoje vejo minhas possíveis contribuições ao campo da pesquisa sob maior poder valorativo.

Priscila serra de souza da costa

Estudante de Pedagogia e Letras Libras pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Trajetória acadêmica voltada para a área da educação inclusiva, com ênfase na acessibilidade comunicacional, ensino de Libras e formação de professores. Desenvolve interesse em práticas pedagógicas inovadoras que integrem recursos visuais, tecnologia educacional e metodologias ativas no processo de ensino-aprendizagem.

Rúbia Layane Eduardo Coelho

Uma estudante de jornalismo prestes a concluir sua jornada acadêmica. Apaixonada por comunicação e telejornalismo. Em 2023, atuei como bolsista no projeto “Processos Comunicacionais e Estratégicos sobre a Deficiência na UFMG”, sobre a coordenação da Professora Regiane Lucas de Oliveira Garcez, participando ativamente do levantamento de dados acerca da mobilização e engajamento da comunidade acadêmica em processos inclusivos. Hoje, orgulhosamente integro o Projeto Somos diversas.

thaís de araújo da silva

Estudante de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Integra o Projeto Somos Diversas, atuando no núcleo Observatório, onde desenvolve pesquisas sobre a representação de pessoas com deficiência nas redes sociais.

soraya flóri sampaio

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Voluntária no Projeto Somos Diversas, sob orientação da prof.ª Regiane Garcêz, no projeto “Processos Comunicacionais e Estratégicos sobre a Deficiência na UFMG”.

Parcerias

Descrição da marca da UFPB

Universidade Federal da Paraíba (UFPB)​

Na UFPB, contamos com a infraestrutura do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA) e em particular da estrutura do Programa de Pós-graduação em Comunicação e do curso de Cinema e Audiovisual, com laboratórios de Edição de Vídeo, Fotografia, Produção e Som.

Descrição da marca da UFMG

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Na UFMG, utilizamos as estruturas dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação Social, História e Ciências da Reabilitação. Além disso, contamos com a parceria do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI).

Descrição da marca da UFMT

Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Na UFMT, contamos com a estrutura do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, e em particular com o Grupo de Pesquisa em Comunicação, Política e Cidadania (CICLO/UFMT).

Descrição da marca da UFPA

Universidade Federal do Pará (UFPA)

Na UFPA, contamos com o Núcleo de Inovação e Tecnologias Aplicadas ao Ensino e Extensão (NITAE²) e com o Programa de Pós-Graduação em Criatividade e Inovação em Metodologias de Ensino Superior (PPGCIMES). Além disso, a Coordenadoria de Acessibilidade e a Assessoria de Diversidade e Inclusão também disponibilizam recursos humanos e materiais para o projeto.

Descrição da marca da UFSJ

Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ)

Na UFSJ, utilizamos a infraestrutura do Departamento de Letras, Artes e Cultura (DELAC) e uma sala de recursos dedicada a atender estudantes com deficiência.

Toda essa estrutura está acessível a todos os participantes do projeto, garantindo um ambiente inclusivo e preparado para atender às necessidades de pessoas com deficiência.