Projeto atua na interface entre comunicação e educação, refletindo sobre os processos de acessibilidade e inclusão no ambiente universitário.
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Leia abaixo a transcrição do episódio:
MARCOS
Olá, você está no Podiversas e esse é o penúltimo episódio da nossa segunda temporada. Nosso podcast é um espaço de troca e diálogo onde a ciência e o conhecimento estão a favor da sociedade. Nesta temporada, damos voz aos pesquisadores do projeto Somos Diversas na apresentação de seus trabalhos durante o primeiro Simpósio de Acessibilidade e Comunicação Somos Diversas, que aconteceu na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa. Em cada episódio, você vai conhecer estudos, ter acesso a dados, vivências e iniciativas que buscam transformar realidades e diminuir barreiras físicas, comunicacionais, atitudinais e institucionais que impactam pessoas com deficiência.
Neste episódio, conheceremos o trabalho apresentado pela professora doutora Regiane Lucas de Oliveira Garcês, da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado “O papel da comunicação pública das universidades na acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência”. Se prepare, o conhecimento inclusivo começa agora.
REGIANE
Eu vou falar um pouco sobre o projeto Somos Diversas e, na sequência, vou falar sobre comunicação pública, pensar o papel da comunicação pública nos processos de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência nas universidades.
Essa é uma ideia que a gente foi gestando há algum tempo e que deu origem ao projeto Somos Diversas, que se propõe a pensar a interface entre comunicação e educação, refletindo sobre os processos de acessibilidade e inclusão. Então, esse é o coração dos Somos Diversas. Uma primeira versão deste projeto surge em lugares diferentes sem a gente nem se conhecer direito, eu e Flávia. Flávia começa com o Observatório da Linguagem de Inclusão na UFMG e eu comecei o Projeto de Acessibilidade e Inclusão das Universidades, também na UFMG, mas a gente nem trabalhava na mesma pós-graduação, a gente estava fazendo coisas separadamente.
Tivemos a oportunidade de ser contempladas em um edital que juntou esses dois projetos, que é o Observatório e que a gente tem chamado de Somos Diversas Universidades. A gente acabou batizando desse jeito e eu vou falar um pouco mais do Somos Diversas Universidades e a próxima fala, que é a do João, também vai estar um pouco ligada a isso, assim como as outras falas do Marcos, da Talita, da Thais, vão estar mais ligadas ao Observatório. Então, o Somos Diversas tem esse perfil de ter duas grandes frentes de atuação. O Somos Diversas Universidades começa com a pesquisa lá na UFMG, em parceria com o Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI), que me procurou, numa gestão nova, e propôs fazermos uma parceria para pensar a comunicação do núcleo de inclusão. E foi então que eu inscrevi o projeto em um edital que foi contemplado, em parceria com o NAI.
E a gente fez, no primeiro ano, um diagnóstico para entender como a comunidade universitária pensava na acessibilidade e na inclusão. E a gente fez isso porque a gente parte da premissa biopsicossocial da deficiência, premissa do projeto desde o início, de 2023 até hoje. E o que é isso? Historicamente, a deficiência é vista de formas diferentes pela sociedade. Uma forma, talvez, mais antiga, mais conservadora, de entender a deficiência é a partir da perspectiva religiosa. Vou falar aqui de quatro modelos, tá? Hoje já tem vários, muito mais de quatro, mas eu vou falar de quatro. A perspectiva religiosa vê a deficiência, ou como um dom divino, ou como um castigo divino, traz a questão da religiosidade para explicar a deficiência. Assim, a deficiência é entendida como uma punição ou para tornar as pessoas melhores. Tudo com esse olhar religioso.
Em seguida, você tem o que a gente chama de modelo médico ou perspectiva biomédica, que pensa a deficiência como falta, como algo que precisa ser curado, algo que precisa ser reabilitado, que está muito ligada ao corpo e à relação comparativa com o corpo, que a gente chama de corpo normativo, que é o corpo padrão, digamos assim. Então, a perspectiva biomédica vai falar que pessoas com deficiência são aquelas que têm o corpo fora do padrão, e que a causa da deficiência seria uma tragédia cuja solução seriam processos de reabilitação ou de cura.
Para contestar essa visão, veio um terceiro modelo, que é o modelo social, que começou com ativistas pesquisadores ingleses, que compreendiam a deficiência como uma questão mais relacionada à sociedade do que ao próprio corpo. Então, o que tornava as pessoas deficientes seria uma sociedade com barreiras; um prédio não adaptado, um prédio sem acessibilidade, um produto sem acessibilidade, a falta de acessibilidade atitudinal, que é a falta de inclusividade nas relações. Nesse terceiro modelo, a responsabilidade da deficiência não está individualmente nas pessoas, mas sim na sociedade, e é a sociedade que produz a deficiência quando deixa de ser acessível.
O quarto modelo é o modelo biopsicossocial, porque alguns pesquisadores, muito na linha das feministas, começaram a compreender que um corpo no mundo se explica a partir da relação desse corpo com o mundo e não só a partir das barreiras que esse mundo coloca. Então, por exemplo, em algumas deficiências, as pessoas sentem dor, sentem dor de maneira permanente. Isso não pode ser desconsiderado. Em algumas deficiências, as pessoas são absolutamente dependentes de outras pessoas para o cuidado, para o banho, para se alimentar. Então, não é possível só colocar a deficiência como uma questão social de barreiras sociais, mas entender que esses copos no mundo produzem outras relações. Então, no quarto modelo ou na quarta perspectiva, a deficiência começa a ser compreendida como o corpo na relação com o mundo e na relação com as suas barreiras.
E aí, um exemplo que eu dou, um exemplo conhecido: Nos Estados Unidos tem uma ilha que se chama Martha ‘s Vineyard. Nessa ilha, havia uma predominância de pessoas surdas até o século passado. E nessa ilha todo mundo se comunicava em sinais. Não sei se a gente pode considerar a forma de comunicação uma língua, porque eu não sei qual que era o grau de normalização das internalizações, mas se todos eles se comunicavam em sinais, o grau de deficiência era quase zero, era praticamente zero, porque o meio não produzia deficiência ali, porque a questão era comunicação, a comunicação estava resolvida porque todos eles se comunicavam assim. Então, esse é um exemplo para a gente pensar o que é a sociedade produzindo a relação da deficiência ali. Ao mesmo tempo, você tem determinadas questões de saúde, que são particulares, que são específicas, que precisam considerar essas pessoas.
Bom, então, explicados os quatro modelos, vou falar do modelo biopsicossocial, que é o modelo que dá origem à definição da legislação, à definição do que é deficiência, que é exatamente um impedimento que se dá na relação com o meio, o impedimento físico, sensorial ou de mobilidade que se dá na relação. Está lá na Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, e a Convenção Brasileira da Inclusão também se utiliza dessa mesma base para definir o que é deficiência.
Dito isso, essa é a perspectiva que orienta o trabalho do Somos Diversas e tudo que a gente vem produzindo nesse projeto há um ano e quase cinco meses. É a perspectiva biopsicossocial. E por que é importante dizer isso? Porque, lembra lá, que eu comecei falando, que a gente tinha um projeto lá na UFMG? Ele começa com essa visão, mas nós compreendemos com a nossa pesquisa, com a comunidade universitária, que boa parte da comunidade universitária na UFMG tem uma leitura biomédica ou médica da deficiência. E isso não é só lá, é a nossa sociedade. Se a gente aplicar essa mesma pesquisa fora do campus, imaginamos que vamos alcançar resultados semelhantes.
Claro que boa parte das pessoas tem definições biomédicas da deficiência, mas também compartilham algumas perspectivas refletindo sobre direitos humanos, para pensar barreiras. Então, não é uma visão purista do modelo biomédico, mas às vezes uma visão mais relativizada. Aí, porque a gente também acompanha o debate sobre direitos humanos, a inclusão das pessoas com deficiência dentro do corpo de discussões dos direitos humanos. Bom, mas dito isso, o que significa quando uma comunidade universitária está em grande parte vinculada a uma perspectiva biomédica da deficiência? Significa que a deficiência é vista como uma questão individual.
E é aí onde está o problema que a gente quer atacar no nosso projeto. Quando a gente entende a deficiência numa perspectiva individual, a gente atribui à própria pessoa com deficiência a responsabilidade dela entrar numa universidade, permanecer numa universidade, concluir os seus cursos, seus cursos de graduação, pós-graduação. Esse é um reflexo do modelo biomédico da deficiência. Considerá-la uma questão individual, indo mais à fundo. Quais os reflexos dessa perspectiva, no dia a dia? A leitura da deficiência da produtivista individual também faz com que professores, por exemplo, dentro de uma universidade não se impliquem nos processos de inclusão. Ora, isso é uma questão individual. Procura o núcleo de inclusão, os professores não se implicam. Então, às vezes, uma coisa que é muito simples, que é salvar um PDF num formato que possa ser lido pelos leitores com voz, um simples formato, o professor não quer se implicar com aquilo e não pode disponibilizar um texto no formato que pessoas cegas possam ler. E mais, quando a deficiência é vista do ponto de vista individual, o mesmo acontece com os próprios colegas. Então, os colegas também vão entender que aquilo é uma questão individual, o sujeito que lute. Da mesma maneira, alguns estudantes com deficiência que conseguem se formar, que tem uma projeção na carreira, no trabalho, na vida profissional, a perspectiva individual vai dizer, mas porque ele conseguiu, porque que o outro não consegue? É a visão da meritocracia, né gente? Quando não se entende que a deficiência é uma questão estrutural, isso vai gerar uma série de problemas para a inclusão, a similaridade de pessoas com deficiência na universidade, que é o foco do projeto.
Então, nesse primeiro diagnóstico identificamos muitas outras coisas, tá gente? Mas eu vou focar só na questão do modelo. Então, nesse primeiro diagnóstico, a gente entendeu isso, que enquanto a gente não fizesse, não promovesse a leitura biopsicossocial da deficiência nas universidades, as pessoas não iriam se implicar nos processos de inclusão. Por que o processo de inclusão? Ele não é responsabilidade só do Núcleo de Inclusão, ele não é responsabilidade só do estudante com deficiência, da mãe, da família, do companheiro ou da companheira. Ele é responsabilidade de todos nós. Mas com uma visão de que a deficiência é individual, é uma questão individual, a pessoa precisa se virar para lidar com as barreiras que se impõem a ela.
Isso desresponsabiliza as pessoas. Então, o nosso trabalho vem para buscar formas de mobilização, a gente tem pensado em criar maneiras de engajamento e de compreensão de que a deficiência é um processo biopsicossocial e ela tem que ser vista nessa relação, que todo mundo é importante nos processos de inclusão. E aí, a partir disso, nós fizemos esse diagnóstico. Uma coisa que a gente tem desenvolvido é a perspectiva da comunicação pública em relação à deficiência, à acessibilidade, à inclusão. É o que a gente entende como comunicação pública. Aí, para quem é dessa vertente mais organizacional, da comunicação mais organizacional, vai entender a comunicação pública.
Alguns autores vão falar que é a comunicação do governo, que é a comunicação feita por partidos, é a feita por órgãos, por exemplo, secretarias, ministérios. Outros vão falar que é feita por órgãos públicos, incluindo as autarquias como as universidades públicas. Mas mais do que isso. A questão não é quem faz a comunicação pública, mas sim por que se faz e como. A comunicação pública, ela tem que partir de uma perspectiva não vertical de transmissão de informação, de uma perspectiva participativa. O que significa isso? A gente nunca vai poder fazer assim. O Somos Diversas produz e comunica. Nunca que nosso projeto vai poder funcionar dessa maneira vertical transmissiva da comunicação.
A gente vai seguir os estudiosos da comunicação pública que vão pensar ela de modo horizontal. Então, como se faz uma comunicação pública democrática e mais inclusiva com a participação das pessoas? É por isso que no nosso projeto a gente escuta as pessoas com deficiência, a gente escuta os professores, a gente vai escutar a comunidade universitária, a gente quer entender o que as pessoas pensam, como elas escutam a deficiência, qual o grau de implicação delas nisso. Isso é uma leitura participativa da comunicação pública, que é o que a gente fez lá na primeira parte do projeto.
Então, a gente tem como missão criar mecanismos e e-mails para escutar as pessoas. É por isso que a proposta do podcast, o pessoal vai falar depois sobre o programa aqui, é uma proposta que lança o protagonismo para as próprias pessoas com deficiência. Assim como todos os outros produtos do projeto, as redes sociais, nosso Observatório, e tudo o que a gente vê na nossa formação, que a gente tem como próximos passos, a formação, em acessibilidade de inclusão que a gente está planejando…
A gente faz uma associação, uma leitura do modelo biopsicossocial com a comunicação pública entendida de modo democrático, inclusive, que é essa comunicação pública que escuta as pessoas e busca incluir diferentes pontos de vista no nosso fazer. E aí, o porquê que a gente pensa a comunicação pública? Porque é um instrumento de comunicação das universidades.
Quem faz a comunicação pública é só o Núcleo de Acessibilidade e Inclusão? Não, é só a reitoria? Não. Cada uma das unidades também faz a comunicação. Em cada um dos nossos projetos, em todas as universidades, é exigido de nós, que a gente dê visibilidade aos projetos nos quais a gente trabalha, para demonstrar o impacto social que esses projetos têm na vida das pessoas. Nós somos financiados pelo governo, então a gente deve, a gente presta contas por isso. Então, a comunicação pública é uma ferramenta importante para desconstruir essa visão biomédica que a comunidade universitária ainda tem.
A gente tem os nossos projetos e, particularmente, lá na UFMG, a gente começou com uma grande survey, que ouvia a comunidades universitária, e a gente agora está ampliando os surveys para as outras universidades da rede. Devemos começar aplicando a próxima survey na Federal do Pará, com a professora Susana e a Federal de São João del Rey e, na sequência, aplicar na Unir em Rondônia e no Mato Grosso.
Na UFMG já estamos em uma segunda etapa, que é de entrevistas com diferentes públicos. Então, a gente escuta as pessoas com deficiência do campo, os professores e estudantes, escutamos os professores sem deficiência, estudos técnicos, não só para tentar entender o que eles pensam sobre deficiência, porque a gente já fez isso no survey, mas para tentar trazer um aspecto mais qualitativo para a pesquisa, que é, dessa vez, recolher experiências positivas que possam ser experiências-modelo nas práticas de inclusão. Então, a gente está nessa etapa de trabalho de coletar as experiências, claro, todos têm experiências positivas, negativas e isso entra na conversa. Mas a gente está tentando criar visibilidade para experiências que foram positivas nas práticas de professores e estudantes da universidade.
Além disso, a gente também busca, no Somos Diversas Universidades, desconstruir a cultura capacitista. Por quê? Porque é uma leitura mais uma vez. A leitura biomédica gera uma leitura capacitista. Porque se na leitura biomédica a deficiência é um problema, isso, por si só, já é uma leitura capacitista da deficiência. Se na leitura biomédica a deficiência precisa ser curada ou reabilitada, as pessoas precisam ser transformadas então em nome de um ideal. Isso mais uma vez é uma visão capacitista.
Se numa leitura biomédica as pessoas precisam, por elas mesmas, se superar, isso é uma leitura capacitista. E há uma desresponsabilização da sociedade diante dessa perspectiva. Isso gera uma cultura capacitista.
Mais uma vez, a gente busca desconstruir, mudar a perspectiva que as pessoas têm da deficiência. Não mais como uma questão individual, mas como uma questão coletiva, a gente também tenta desconstruir essa leitura capacitista, que vai se revelar muitas vezes no desconforto. Por exemplo, na sala de aula de professores que têm alunos com deficiência, no desconforto dos estudantes ou no extremo protecionismo, num protecionismo que faz com que alguns professores lançem notas sem avaliar o trabalho dos alunos, que façam o aluno sem avaliação, ou que poupem esse aluno ou que ignorem absolutamente esse aluno, não só professores, mas também alunos. Então, a gente combate essa visão biomédica da deficiência, a gente combate também uma leitura capacitista da deficiência.
Vou encerrar porque a gente tem um problema, na verdade. Eu vou encerrar com o estágio da pesquisa em que ela se encontra. A gente já tinha identificado um grau muito baixo de engajamento das pessoas nas questões relacionadas à deficiência, engajamento em vários níveis. Se você tem um colega na sua sala que é um aluno com deficiência, você chama ele para fazer trabalho no seu grupo. Se você tem um aluno que é uma pessoa com deficiência, você pergunta a ele como ele gostaria que o material fosse adaptado. Você se dirige a ele ou você só se dirige ao intérprete, como se o intérprete fosse o professor. Enfim, a gente identificou nessa pesquisa, na UFMG, um grau muito baixo de engajamento da comunidade universitária nesse tempo.
Esse baixo engajamento se refletiu na dificuldade que nós tivemos de montar grupos focais de discussão para compreender melhor, não só as demandas, mas buscar soluções para as questões da deficiência que se coloca. Então, a gente teve uma dificuldade imensa de mobilizar todos os públicos. Alunos com deficiência, professores com deficiência, técnicos. Foi muito difícil. E aí a gente pensou que o problema poderia ser o deslocamento, a mobilidade, daí a gente fez online, mas também não deu certo. Isso tem se revelado novamente uma dificuldade de conseguir as entrevistas, falar com as pessoas.
O baixo engajamento encontra um outro problema: os coletivos de estudantes com deficiência na UFMG estão enfraquecidos. Era um coletivo muito atuante, que é o MUDE, Movimento de Estudantes com Deficiência da UFMG, mas o MUDE está muito enfraquecido. Não tem uma articulação entre os estudantes. A gente encontrou muitas dificuldades. E existe um outro fator que é a separação dos estudantes autistas num coletivo que foi recém-criado e que é muito atuante. Fizeram cartilhas, auxiliaram no Clube de Inclusão, dessas cartilhas para informar, para mobilizar, de como se deve lidar com pessoas que às vezes precisam de salas de regulação, para momentos de crise, que precisam de outras formas de tratamento.
Então, a gente tem essa dificuldade de engajamento desses públicos, na qual a gente vai continuar trabalhando com ferramentas de comunicação pública para tentar trazer, para tentar engajar. Agora, atualmente, o Somos está em parceria com o Núcleo de Inclusão da Universidade, inclusive com um bolsista nosso e um bolsista deles. Fizemos um plano de comunicação para o Núcleo de Inclusão. Esse plano tem sido implementado agora, está começando, pensando a relação disso com a estrutura de comunicação da própria universidade.
MARCOS
Agradecemos a pesquisadora Regiane Lucas por compartilhar seu trabalho de pesquisa em nossa segunda temporada. Não esquece de seguir nosso podcast em seu agregador de áudio favorito e também em nossa página no Instagram @projetosomosdiversas. Este episódio contou com a edição e locução de Marcos Paki e Roteiro de Talita França.
Antes de ir, repito a frase que trouxe ao longo de toda a temporada. A inclusão é uma construção coletiva. Mudar nossas atitudes perante o mundo e as pessoas que nos cercam é fundamental para que possamos construir uma sociedade cada vez mais inclusiva e participativa. Até o nosso próximo episódio do Podiversas.
O Podiversas é uma iniciativa do observatório da linguagem Inclusão que integra o projeto de pesquisa Somos diversas financiado com recursos provenientes da CAPES, coordenação de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior.